Assessorias técnicas no processo autogestionário - possibilidades de atuação

Com a instituição do Banco Nacional de Habitação (BNH) na década de 1960, passou-se a construir milhares de unidades habitacionais no país, com uma arquitetura padronizada e desqualificada, isenta de preocupações urbanísticas e sociais. Com o fim do BNH tomaram forma discussões e uma nova prática pr...

תיאור מלא

שמור ב:
מידע ביבליוגרפי
מחבר ראשי: Barros, Mariana Cicuto
פורמט: Online
שפה:por
יצא לאור: Universidade de São Paulo. Instituto de Arquitetura e Urbanismo 2013
גישה מקוונת:https://www.revistas.usp.br/risco/article/view/83048
תגים: הוספת תג
אין תגיות, היה/י הראשונ/ה לתייג את הרשומה!
תיאור
סיכום:Com a instituição do Banco Nacional de Habitação (BNH) na década de 1960, passou-se a construir milhares de unidades habitacionais no país, com uma arquitetura padronizada e desqualificada, isenta de preocupações urbanísticas e sociais. Com o fim do BNH tomaram forma discussões e uma nova prática profissional através das assessorias técnicas e dos movimentos de moradia, na busca de um modelo autogestionário para a produção habitacional. Este artigo busca apresentar a trajetória da atuação das assessorias técnicas na cidade de São Paulo através das suas primeiras relações e inserção dos mutirões autogestionários.