Uso de metacaulinita para incremento da durabilidade de compósitos à base de cimento reforçados com fibras de sisal

  Paulo Roberto Lopes Lima Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil e Ambiental Universidade Estadual de Feira de Santana BR 116, Campus Universitário, Área de Estruturas Feira de Santana – BA - Brasil CEP 44031-460 Tel.: (75) 3224-8375 E-mail: lima.prl@uefs.br     Romildo Dias Toledo...

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Main Authors: Lima, Paulo Roberto Lopes, Toledo Filho, Romildo Dias
Format: Online
Language:por
Published: ANTAC - Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído 2008
Online Access:https://seer.ufrgs.br/ambienteconstruido/article/view/5723
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Description
Summary:  Paulo Roberto Lopes Lima Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil e Ambiental Universidade Estadual de Feira de Santana BR 116, Campus Universitário, Área de Estruturas Feira de Santana – BA - Brasil CEP 44031-460 Tel.: (75) 3224-8375 E-mail: lima.prl@uefs.br     Romildo Dias Toledo Filho Programa de Engenharia Civil Universidade Federal do Rio de Janeiro Cidade Universitária, CT, Bloco B, Caixa postal 68506, Ilha do Fundão Rio de Janeiro – RJ - Brasil CEP 21945-970 Tel.: (21) 2562-8479 E-mail: toledo@coc.ufrj.br     Recebido em 27/11/07 Aceito em 07/12/08     Matrizes à base de cimento foram desenvolvidas com a incorporação de metacaulinita, com o objetivo de melhorar o desempenho de compósitos reforçados com fibras de sisal. Para avaliar o grau de hidratação e o teor de hidróxido de cálcio, ensaios termogravimétricos foram realizados em pastas de cimento-metacaulinita com teor de substituição de 30%, em massa. A utilização de metacaulinita resultou em redução do teor de hidróxido de cálcio, aumento da resistência à compressão e redução da porosidade. Compósitos reforçados com 1% de fibras de sisal, em volume, foram submetidos a ensaios de envelhecimento acelerado, com 12 e 25 ciclos de molhagem e secagem, e avaliados mecanicamente sob flexão. Os resultados demonstram que, com a adição de metacaulinita, os compósitos sob flexão mantêm 86% da resistência de primeira fissura para deslocamentos de até 6 mm, mesmo após 25 ciclos de envelhecimento acelerado, enquanto os compósitos com matriz sem adições tornam-se frágeis, sem resistência pós-fissuração, após 12 ciclos.