Influência dos parâmetros urbanísticos e da topografia na admissão da luz natural em edifícios residenciais
Em Belo Horizonte, os parâmetros urbanísticos municipais associados às características topográficas da malha urbana da cidade levaram a crer que a quantidade de luz natural admitida nos ambientes residenciais, especialmente em andares inferiores, poderia ser bastante reduzida. A proposta deste traba...
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ANTAC - Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído
2018
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ojs-article-782572019-01-08T18:43:05Z Influência dos parâmetros urbanísticos e da topografia na admissão da luz natural em edifícios residenciais Guidi, Cláudia Rocha Abrahão, Karla Cristina de Freitas Jorge Veloso, Ana Carolina Oliveira Souza, Roberta Vieira Gonçalves de Iluminação natural; simulação de luz natural; RTQ-R; NBR 15.575-1; legislação urbanística Em Belo Horizonte, os parâmetros urbanísticos municipais associados às características topográficas da malha urbana da cidade levaram a crer que a quantidade de luz natural admitida nos ambientes residenciais, especialmente em andares inferiores, poderia ser bastante reduzida. A proposta deste trabalho foi então analisar a admissão de luz natural em edifício residencial inserido na malha urbana da cidade sob a influência de diferentes topografias. Para isso, foram investigadas a declividade do terreno e a localização vertical da unidade residencial em quatro orientações geográficas por meio dos critérios propostos no RTQ-R e na NBR 15575-1. Para atendimento da NBR 15575-1, as iluminâncias internas foram obtidas de acordo com as partes 2 e 3 da NBR 15215 e também por simulação computacional. Verificou-se que pelo método prescritivo da NBR 15575-1 todos os ambientes atenderam aos limites para desempenho mínimo. Já por simulação, de 6% a 9% dos valores não atenderam a esses limites. A diferenciação em relação à topografia e à localização vertical da unidade foi notada mais significativamente na avaliação feita de acordo com o RTQ-R. Os resultados obtidos neste caso indicaram que apenas 19% dos ambientes situados no primeiro pavimento e 50% de todos os ambientes localizados na maior declividade atenderam aos requisitos para bonificação. Os resultados parecem indicar ainda que a legislação municipal deveria ser revisada nas situações de maiores declividades. ANTAC - Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) 2018-07-11 info:eu-repo/semantics/article info:eu-repo/semantics/publishedVersion https://seer.ufrgs.br/ambienteconstruido/article/view/78257 Ambiente Construído; v. 18, n. 3 (2018): Edição especial do XIV Encontro Nacional de Conforto no Ambiente Construído e do X Encontro Latino-Americano de Conforto no Ambiente Construído; 49-66 Ambiente Construído; v. 18, n. 3 (2018): Edição especial do XIV Encontro Nacional de Conforto no Ambiente Construído e do X Encontro Latino-Americano de Conforto no Ambiente Construído; 49-66 Ambiente Construído; v. 18, n. 3 (2018): Edição especial do XIV Encontro Nacional de Conforto no Ambiente Construído e do X Encontro Latino-Americano de Conforto no Ambiente Construído; 49-66 1678-8621 1415-8876 por https://seer.ufrgs.br/ambienteconstruido/article/view/78257/48817 Direitos autorais 2018 Ambiente Construído https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 |
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Universidade Federal do Rio Grande do Sul |
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Em Belo Horizonte, os parâmetros urbanísticos municipais associados às características topográficas da malha urbana da cidade levaram a crer que a quantidade de luz natural admitida nos ambientes residenciais, especialmente em andares inferiores, poderia ser bastante reduzida. A proposta deste trabalho foi então analisar a admissão de luz natural em edifício residencial inserido na malha urbana da cidade sob a influência de diferentes topografias. Para isso, foram investigadas a declividade do terreno e a localização vertical da unidade residencial em quatro orientações geográficas por meio dos critérios propostos no RTQ-R e na NBR 15575-1. Para atendimento da NBR 15575-1, as iluminâncias internas foram obtidas de acordo com as partes 2 e 3 da NBR 15215 e também por simulação computacional. Verificou-se que pelo método prescritivo da NBR 15575-1 todos os ambientes atenderam aos limites para desempenho mínimo. Já por simulação, de 6% a 9% dos valores não atenderam a esses limites. A diferenciação em relação à topografia e à localização vertical da unidade foi notada mais significativamente na avaliação feita de acordo com o RTQ-R. Os resultados obtidos neste caso indicaram que apenas 19% dos ambientes situados no primeiro pavimento e 50% de todos os ambientes localizados na maior declividade atenderam aos requisitos para bonificação. Os resultados parecem indicar ainda que a legislação municipal deveria ser revisada nas situações de maiores declividades. |
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